| Resistir |
"Blog" livre, feito a partir do Oceano Pacífico, por António João Correia, um exilado na América do Norte. "Resistir" is Antonio Correia's free blog. From the Pacific Ocean... Almost in Portuguese. |
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| antoniojoaocorreia@hotmail.com |
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| 17/Nov/2008 |
| Alianças |
A crise, e é de crise que se fala todos os dias na América do Norte, parece fazer maiores estragos na Europa. A pressa europeia (melhor, de Bruxelas) em inventar soluções fáceis para questões complexas parece ser evidente. Que não existem líderes à altura também já não é novidade para ninguém... Pior, a Europa parece estar pouco unida. Em sinal contrário vejo alianças interessantes entre os novos poderes da América, Brasil, Índia e em certa medida com a China. Será que a nova ordem, pós Obama, terá a Europa em conta? |
posted by Antonio Joao Correia @ 7:59 PM   |
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| 16/Nov/2008 |
| Museus |
 Em Vila do Porto, digo em Vila do Porto dos anos setenta, existiam casas assim. Com as cadeiras penduradas, sem pessoas, em busca de nada, com as certezas do mundo ali, para serem imaginadas. O resto eram os aviões que iam para a América, com as pessoas e os seus sonhos.
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posted by Antonio Joao Correia @ 12:26 PM   |
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| 14/Nov/2008 |
| Sobre nada |
Uma gripe, algum mau tempo e fico em casa. Tenho 400 ou 500 canais na televisão (menos canais portugueses, pois as televisões portuguesas não gostam do Pacífico) e nada para ver. Não consigo ler. Vou ver blogues. Leio jornais de Portugal. Simpatizo com a Ministra de Educação (acho que ela tem razão). A educação, em Portugal, foi sempre feita contra os alunos e a favor dos sindicatos (quantos destes sindicalistas já trabalharam na vida?). Desisto de ler Portugal. Eu, de esquerda, a falar mal dos sindicatos...Pois. Telefono a várias pessoas. Vou faltar a um almoço de exilados internacionais (talvez exilados de nós próprios). Deveria ir ao médico. Não tenho paciência para o meu médico, pois ele sabe mais do que diz... M, minha filha, pede transporte. Como sou a única pessoa com carta de condução neste lugar, digo que sim. Estarei em condições de "conduzir"? Preciso de um antibiótico, que nada faz à gripe, mas dá conforto de ignorante. Vou ler, mas acho que não consigo. O LA Times está insuportável. Da costa Leste só aguento, num dia assim, o Globe & Mail de Toronto. Ainda está pior. Batem à porta. Quem será? |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:50 PM   |
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| 13/Nov/2008 |
| História da cidade |
 Em Seattle, este lugar, famoso qb, faz sentido..., na "história da cidade". Lembra-me da ética que tomou conta de Portugal. |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:29 PM   |
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| Habitante mais nova |
 Vive em minha casa. Também tem personalidade forte. Chama-se Bear. Ou "gatas". |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:21 PM   |
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| 12/Nov/2008 |
| Livraria em Ganges |
 O que se faz em Salt Spring? Comprar livros, por exemplo... |
posted by Antonio Joao Correia @ 7:50 PM   |
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| Outro Bettencourt de Santa Maria |
 Este outro Bettencourt de Santa Maria veio para Salt Spring no século XIX. Outros Bettencourts de Santa Maria ainda não desistiram da ilha, digo da ilha do Pacífico...A rua em causa vai dar ao mar. Pois. |
posted by Antonio Joao Correia @ 7:41 PM   |
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| Regresso ao Oeste |
 De regresso a casa. Sem o meu Oceano Pacífico, sem as florestas em que só eu sei perder-me acabo por ficar triste. De regresso ao meu mundo. Acabei por ser destes lugares, sem saber. |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:01 AM   |
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| 11/Nov/2008 |
| Irei |
 A qualquer momento, Borges, vestido como um corsário, gestor de sub prime e casas de alterne, irá sair por uma porta misteriosa. Espero. Falaremos de maneira formal, sobre qualquer coisa que eu não sei. Descobri, Borges sabia-o, que neste lugar as portas são de fingir, como as pessoas da realidade ou a tentação de adivinhar o mundo pela literatura. Espero, ainda. Irei. |
posted by Antonio Joao Correia @ 2:49 PM   |
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| Do poder |
 Do poder em Portugal. Está frio na Dundas. |
posted by Antonio Joao Correia @ 2:44 PM   |
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 Lembra-me um restaurante na Graça, em Lisboa. Mas Toronto pode ser Lisboa? |
posted by Antonio Joao Correia @ 2:37 PM   |
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| Dancing Days |
 Num dia assim, uma pessoa escreve, escreve e nada diz. Bastará o que não se escreve? |
posted by Antonio Joao Correia @ 2:27 PM   |
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| 9/Nov/2008 |
| O turista |
 Em tempos comprava peixe neste lugar. Hoje sou turista. |
posted by Antonio Joao Correia @ 3:08 PM   |
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| Gehry |
 A nova AGO abre no dia 14 deste mês. Entre o Parque Mayer e Toronto, Gehry, filho da cidade, escolheu Toronto... |
posted by Antonio Joao Correia @ 3:00 PM   |
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| Do sucesso da colónia |
 No tempo da velha colónia, sempre leal, as pessoas viviam uns dias de Outono, irregulares, mas em busca do espaço da vida no novo mundo. |
posted by Antonio Joao Correia @ 2:46 PM   |
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| Onde vivi |
 Vivi em muitas cidades, mas Toronto ficou para sempre dentro de mim; uma espécie de reserva eterna da açorianidade, pois sendo a maior cidade açoriana do mundo nunca se cansa de se reinventar. |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:28 AM   |
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| Pátrias |
 As pátrias da minha vida, num autocarro no centro de Toronto. Está tudo aqui. |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:22 AM   |
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| Futuro da GM, Ford & Chrysler? |
 Na velha rua Augusta, de Toronto, este carro diz mais sobre a crise da indústria do que qualquer estudo de Harvard... |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:10 AM   |
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| 8/Nov/2008 |
| Suazo, migas com polvo e Antero |
A corrupção do Estado, em Portugal, é aceite pelos portugueses. Sem justiça, sem leitores de moral, o famoso pântano torna-se em terra de bandidos com poder político, onde até este recente exemplo do BPN (onde ninguém fiscalizou o quer que fosse), serve de alívio. Reconheço que não consigo sugerir solução para Portugal; nem o devo fazer. Sou, apenas, um exilado que ainda vomita quando vê apatia, compadrio e associações de malfeitores feitas virgens do regime. Nem Fátima os comove na procura do dinheiro alheio... O povo que aplaudia Marcelo a 24 de Abril de 1974, o mesmo do 26 de Abril, prefere a modéstia do crédito ao consumo, a falta de produtividade e a improvisação como modos de vida. Resta-me o meu Benfica (Suazo é craque!) e a gastronomia (migas com lombos de polvo estufado) ou Antero, da minha terra, para se perceber onde posso resistir... |
posted by Antonio Joao Correia @ 9:14 AM   |
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| 6/Nov/2008 |
| Outros |
As regiões autónomas de Portugal existem por várias razões, uma delas devido ao racismo do conselho da revolução que entendeu apenas "libertar" (com aspas) as regiões do então Portugal onde os não brancos fossem a maioria. Não é difícil explicar que os Açores ou a Madeira como hipotéticos estados têm mais viabilidade (e razão de ser) do que Cabo Verde, São Tomé, Timor Leste ou Guiné Bissau...Basta verificar o conceito de nação nesses estados alegadamente independentes para se perceber melhor o que digo. Depois da fase do racismo, temos a fase em que o estado português transporta o saudosismo das colónias perdidas para a conquista emocional, com prendas, das regiões autónomas, num estilo com óbvios rasgos de metáfora imperial, algo freudiana. É no fim desta fase que hoje vivemos. Ignorância manifesta do poder em Lisboa sobre as realidades insulares, chantagens políticas, enriquecimentos sem justa causa de muitos políticos regionais, corrupção nunca investigada, desperdício dos dinheiros públicos, incompetência, estupidez, canalhices, perseguições políticas e, sobretudo no caso açoriano, um atraso social miserável, são apenas as consequências do modelo em referência. E é aqui que pergunto onde estão as pessoas que se levantaram para dizer o que sempre foi óbvio? Onde estão? Conto muito poucas. A maior parte calou-se, ficaram como eles, os outros. |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:32 PM   |
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| 5/Nov/2008 |
| Chorar |
E chorei...quando vi Obama ganhar...Só na América, só na América... Yes! |
posted by Antonio Joao Correia @ 6:45 PM   |
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| 3/Nov/2008 |
| Será |
| Obama, espera-se por Obama. Será? |
posted by Antonio Joao Correia @ 9:13 PM   |
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| 2/Nov/2008 |
| Deviação |
A nacionalização do alegado banco do Luís Figo, jogador de futebol, está para a crise financeira como Schopenhauer está para o famoso pensamento(ainda que pouco lido) do senhor "regulador" Vitor Constâncio. Pois. |
posted by Antonio Joao Correia @ 10:11 AM   |
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| 1/Nov/2008 |
| Confiança |
Espero que Obama ganhe. A América e o mundo que ela inventou precisam desta mudança, uma espécie de verdade possível num tempo de instabilidade. Ninguém sabe dos mercados, diz o cliché dos dias; pior, ninguém sabe do fascínio do abismo quando o pânico da ganância faz (fez?) destas coisas, talvez o alegado dia-a-dia das oportunidades alheias. A saúde, educação ou a guerra no Iraque perdem nitidez com os "futuros tóxicos" cheios de vírus, o regresso do marxismo académico ou a possibilidade do fascínio da desgraça como motor da civilização. Outros falam ainda no terror da esperança... Obama representa carisma absoluto numa marca bem montada, com um conteúdo de sucesso, e uma entrega rápida, ao melhor estilo de Andrew Jackson em 1828, pelo que o "programa real" perde alguma nitidez. O "assunto" é ganhar. O resto virá, ou não. Não vejo Obama como um novo Franklin Roosevelt, mas gosto de imaginar que o poderá ser, e é aqui que vejo a confiança, ou o que resta dela. |
posted by Antonio Joao Correia @ 7:41 AM   |
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| Regressos |
Adivinha-se ainda, se a crise existir para além do pânico, o regresso de Deus, em força, e sem qualquer apatia revolucionária. Quando imagino o regresso de Deus, penso sempre que regresso a Vila do Porto, qual retornado eufórico, sem ligação à terra, para além da melancolia que ajuda a ler o poema. Via, então, apenas, fantasmas curiosos, sombras, e não sendo de lado nenhum gosto de imaginar que parti daquele lugar. |
posted by Antonio Joao Correia @ 7:21 AM   |
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| 19/Out/2008 |
| Da vida de Etelvina |
A minha avó paterna, Etelvina de seu nome, morreu. Não morreu de nada em especial, mas da idade avançada, da vida vivida, de quase tudo o que se pode dizer nestas alturas. Morreu, digo melhor. Não sei se alguém morre feliz, mas se não ela, minha avó, estaria perto; Sabe-se lá o que é ser feliz, (queria morrer na América e antes de qualquer dos filhos, o que aconteceu, e para ela era ponto de honra) Morreu, mas feliz, direi Uma vida em cheio, uma vida vivida em cada milímetro que se possa imaginar, saber, desejar; Tinha oito filhos, bem-criados, (os mais velhos já com setenta e tais anos), muitos netos (muitos já com quarentas), muitos bisnetos (alguns adolescentes) na América, no Canadá e em Portugal. Morreu em East Providence, na sua América, onde vivia desde os anos sessenta. Onde adorava viver. Onde sempre quis morrer, onde morreu o meu avô João, onde reorganizou a sua vida e a de tantas pessoas, que vida. Que se pode dizer? Nem eu saberia por onde começar, como se fosse preciso ou até possível. Morreu num lugar de que gostava, em sua casa, à espera do tempo das coisas, do seu outro tempo. Tempo de uma vida inteira. A minha avó era de Santa Clara, em Ponta Delgada, mas o amor fez casar-se com um poeta complicado, e mudou-se; depois ainda para a rua do Amorim, na mesma cidade de Ponta Delgada, cidade das coisas que aqui não entram. E o poeta fazia poemas enquanto ela fazia de Deus para aquela gente toda, que Deus; E criou aqueles filhos e filhas, que por sua vez criaram outros filhos (eu entro aqui); Poemas das vidas, apetece dizer dela Que morreu E depois foi, já com mais de cinquenta anos, para a sua América, onde era cidadã, com orgulho, pois é preciso viver certas coisas para as perceber por inteiro. E ela gostava da América, da América que os açorianos gostam e fazem todos os dias. Que vida, criar, quase sozinha oito filhos numa terra açoriana, que se sabe, ser assim e o resto que eu já não sei dizer mais vezes; e criou-os a todos, bem, eu sei, eu vi. Nos anos setenta, em 1975, moramos todos juntos, na casa em East Providence e ela parecia um general do mundo a comandar aquela gente toda: filhos, filhas, netas, netos; com opiniões de quase tudo e caminhos dos lugares possíveis, eu sei, vi. E que não fiquem dúvidas, era ela quem mandava, pois tinha de ser. 106 Orchard St, East Providence, era a morada que nunca me esqueci, nem posso, a minha casa na América, a casa de tanta gente e de muitas Vidas, que vida a dela; Vejo o ar sério, muito sério, que ela tinha, sempre teve Uma mulher forte, muito forte, que nem a vida assustava; Ela nunca estava parada, estava sempre a fazer qualquer coisa, pelos lugares de quem vive. Por ser sábia nesta coisa de viver, eu sei, vi. E eu sei que ela ficava orgulhosa dos sucessos dos seus, melhor, das vidas que ela possibilitou, que em muitos aspectos eram as dela, pois quem cria, como ela criou, oito filhos em São Miguel dos anos trinta e quarenta, cria a imensidão do poema, cria esta gente toda que lhe será parte para sempre (outros falam em eternidade). E sempre me tratou por António João (nome que nunca ninguém usou, apesar de ser o meu) E ela sabia da matéria dos poemas que fazem a vida, sei, ela via Da distância das coisas, Ela morreu, E gosto de imaginar ainda a primeira pergunta que ela fará ao meu avô João: - Que estiveste a fazer estes anos? |
posted by Antonio Joao Correia @ 3:42 PM   |
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| 18/Out/2008 |
| O labirinto das conversas de café |
1. Estou de regresso ao meu Oceano Pacífico, ao que será o centro do mundo em que me imagino ser feliz. 2. E quanto dinheiro terá José Saramago? Mais do que muitos dos horríveis capitalistas que deseja ver na cadeia? Provavelmente sim...tendo em conta os direitos de autor, fundações...Os comunistas com muito dinheiro sempre me irritaram...Nem é tanto a razão, ou a falta dela, mas uma vergonhosa hipocrisia em que aos outros é pedido a salvação do mundo, mas ao próprio basta a disponibilidade monetária dos leitores...Quantas pessoas em África (já que estamos na demagogia marxista) pode, hoje, salvar da morte José Saramago? Que fará José? 3. Antero Quental, o último dos açorianos sem sexo ou glória, deve estar, nestes dias, confuso: o não socialismo é chamado de socialismo, a democracia confunde-se com subsídios, e a coragem de um povo é confundida pela estabilidade dos mercados... 4. Não é só o regresso do Marxismo, é o regresso de Deus. 5. Hoje, para o almoço, termos «Dim Sum», no que será o mais literário restaurante chinês do Pacifico...Apetece-me levar uma t-shirt do Che... |
posted by Antonio Joao Correia @ 9:29 AM   |
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| 17/Out/2008 |
| Houston... |
| O que pode fazer uma pessoa em Houston, Texas?...Espera por um avião. |
posted by Antonio Joao Correia @ 9:52 PM   |
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| 15/Out/2008 |
| Em NYC |
| Bem, será mais Newark... |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:29 PM   |
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| 9/Out/2008 |
| Em Lisboa II |
| Estou em Lisboa. A ver a luz, digo. |
posted by Antonio Joao Correia @ 3:07 PM   |
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| 7/Out/2008 |
| Em Lisboa |
| Estou em Lisboa. A ver os mercados. Pois. |
posted by Antonio Joao Correia @ 1:50 PM   |
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| 29/Set/2008 |
| As bolsas... |
| As bolsas. Pois. As bolsas...E da democracia na América, onde muitos eleitos respondem perante o povo e não perante quem paga obras públicas... |
posted by Antonio Joao Correia @ 8:06 PM   |
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